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O nosso país é uma nação de contrastes gritantes, o que de um lado é bonito e bom, mas que de outro lado é triste. Somos um país continental, uma natureza superabundantamente abençoada por Deus – temos água em abundância, sol o ano inteiro, terras cultiváveis gigantescas, clima tropical ameno, sem neves, sem terremotos, maremotos… Mas, tudo isso ainda não é bem aproveitado de modo a criar o bem-estar para todos. A Justiça social e o bem comum ainda estão longe de serem atingidos.
Estamos numa hora dura, inflação, corrupção, violências, mortes…. Por que? Podemos dizer que a causa básica é o pecado, pois, como sabemos: “ o salário do pecado é a morte”. Não é preciso pesquisar muito para ter esta certeza. O que vemos nos noticiários são roubos, corrupção, ambições desmedidas, orgulho, busca louca de prazeres, assaltos, assassinatos cruéis, ganância desenfreada, imoralidade, impurezas de todas as ordens, ira, ódios, vinganças, preguiça…. Tudo isso destrói a nação, consome seus bens materiais e espirituais, empobrece o povo. A lista dos sete pecados capitais é aqui aplicada
abundantemente, embora seja um país onde cerca de 95% da população se diz cristã, mas ainda está longe de viver o que Jesus ensinou no Sermão da Montanha.

12/07/2017

Lamentavelmente, o Senado Federal não cumpriu seu papel de exercer o poder Legislativo amplo como representante dos Estados na questão da Reforma Trabalhista.Ao aprovar o projeto de mudança nas leis trabalhistas, sem fazer qualquer alteração no texto aprovado na Câmara, os Senadores deixaram de legislar para a sociedade brasileira e passaram a atender aos interesses do setor empresarial e do capital especulativo, ficando, de quatro ao apelo de um Governo que vem prestando um desserviço ao País, ao defender interesses pessoais em detrimento ao interesse maior da Nação.

Para a União Geral dos Trabalhadores (UGT), a Reforma Trabalhista é injusta e cruel e foi feita sem a devida discussão com a sociedade, o que claramente prejudica toda a classe trabalhadora e sua organização.
Essa Reforma Trabalhista cumpre um desserviço à sociedade, pois retira as garantias asseguradas na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), promove a precarização das relações de trabalho e um enorme retrocesso social.

A UGT rechaça esta votação que resultou na aprovação do projeto e se compromete em continuar na luta contra as medidas que não atendem aos princípios de uma sociedade justa e igualitária, que busca o desenvolvimento econômico e o combate a miséria por meio de políticas trabalhistas que promovam segurança para a classe trabalhadora, melhor distribuição de renda e aquecimento do mercado interno, com investimento no mercado produtivo, em detrimento ao setor especulativo.

Nossa luta não acaba agora, ela está apenas começado!

Ricardo Patah, presidente nacional da União Geral dos Trabalhadores (UGT)

A UGT ESTÁ NA LUTA POR: 1. Votação imediata pelo fim do Fator Previdenciário;

2. Redução da Jornada de Trabalho para 40 horas semanais;

3. Aumento geral de salários;

4. Contra o PL 4330, da “Terceirização Sem Fim”;

5. Devolver as perdas no FGTS;

6. Saúde, Educação, Transporte e Segurança pública de qualidade;

7. Direito de greve e valorização dos servidores públicos com regulamentação imediata da Convenção 151;

8. Reforma Agrária e apoio ao Pequeno Agricultor;

9. Fim da dispensa imotivada ou a ratificação da Convenção 158;

10. Auditoria das grandes obras públicas;

11. Voto aberto no Congresso Nacional;

12. Fim do foro privilegiado;

13. Corte Imediato dos 50% dos ministérios e dos cargos comissionados;

14. Gratuidades dos cursos do Sistema S

15. Diminuição dos juros do cartão de crédito e cheques especiais;

16. Cargos de direção das agências reguladoras que sejam ocupados por servidores de carreira.

Carta de São Paulo 23/06/2015 Durante o 3º Congresso Nacional da União Geral dos Trabalhadores, que reuniu mais de 3 mil trabalhadores e trabalhadoras de todo o Brasil, além de representantes de sindicatos internacionais e autoridades, foi aprovada a Carta de São Paulo: Carta de São Paulo Com a presença de 3.527 delegados, representando 1.357 entidades sindicais filiadas de todo o Brasil, de 48 delegações internacionais, de renomados intelectuais e de expressivas personalidades do mundo artístico e cultural, o 3° Congresso Nacional da União Geral dos Trabalhadores (UGT), realizado no Palácio de Convenções do Anhembi, na capital paulista, representou um significativo avanço da nossa compreensão dos problemas que afetam o país, contribuiu decisivamente para clarificar os desafios colocados para o movimento sindical e permitiu uma maior e melhor formulação de nossas propostas para a construção de uma sociedade democrática que valorize os trabalhadores e promova o bem estar social de todo o povo brasileiro. O Congresso realizado nos dias 16, 17 e 18 de Junho, reelegeu por unanimidade o sindicalista Ricardo Patah. A UGT, em seus oito anos de existência, sai mais forte deste já seu histórico Congresso. Prova incontestável disso foi a aprovação pela Plenária Deliberativa das Resoluções do 3° Congresso Nacional da UGT, documento este que, sob o ponto de vista dos trabalhadores, apresenta propostas concretas para a realização do sonho comum de mais democracia, liberdade, valorização do trabalho e desenvolvimento sustentável com justiça social, dentro de um mundo que desejamos pacífico, justo, desenvolvido e fraterno entre todos os povos do mundo. A conjuntura nacional é desfavorável aos trabalhadores: recessão econômica, queda dos investimentos, escalada inflacionária, elevação dos juros, aumento do desemprego, piora do déficit externo, ampliação da precarização das relações trabalhistas e de todos os serviços públicos, aumento do endividamento das famílias, crescimento das amortizações e juros pagos por conta da dívida pública, retração do consumo e aumento da tributação, principalmente nas costas dos trabalhadores, e retirada de históricos direitos trabalhistas por parte do governo federal. Não aceitamos a perda de nenhum direito trabalhista. O trabalhador não pode pagar pela crise. A UGT afirma que para se alcançar o equilíbrio fiscal tão desejado, basta o governo cortar na própria carne, combater a corrupção e a sonegação fiscal dos grandes grupos econômicos e taxar de fato a renda e propriedade dos milionários deste país. Por isso, a UGT defende uma Agenda Democrática de Desenvolvimento Sustentável com Valorização do Trabalho e da Podução para o Brasil que, em síntese, significa: A ruptura com o atual modelo econômico-financista e recessivo; Aprofundamento da democracia e a prevalência dos valores e fundamentos da República; Crescimento econômico com distribuição de renda; Modernização produtiva com justiça social; Desenvolvimento com respeito à sustentabilidade ambiental; Eliminação das desigualdades regionais, dos déficits sociais e de todo tipo de preconceito; Rreformas democráticas e estruturais (política, tributária, judiciária, fiscal, previdenciária, educacional, agrária, urbana, logística, infraestrutura financeira e administrativa das três esferas públicas: municípios, estados e União); Desenvolvimento da Ciência e da Tecnologia e integração soberana, ativa e competitiva da economia brasileira à economia mundial; Melhora dos serviços públicos prestados ao cidadão e à cidadã; Valorização do trabalho e defesa dos direitos trabalhistas, previdenciários, do emprego e da renda; Validade dos princípios éticos da vida pública e prevalência dos interesses públicos sobre os privados. Através do árduo trabalho desenvolvido por todos os seus dirigentes sindicais e pelo seu indeclinável e inegociável compromisso com os interesses maiores dos trabalhadores e de todo o povo brasileiro, a UGT consolidou-se nos últimos oito anos como um continente seguro, firme, solidário, fraterno, democrático, plural e combativo dentro da geografia sindical brasileira. Nosso crescimento é quantitativo e qualitativo, pois a UGT é fruto da unidade e não da divisão que marcou tristemente a história do movimento sindical brasileiro e mundial. Mais do que nunca, relembramos as sábias, construtivas e históricas palavras do nosso Manifesto de Fundação, que irretorquivelmente afirma que “a UGT é, assim, a casa comum de todos, trabalhadoras e trabalhadores que, lutando ombreados, abraçam a sabedoria e a esperança como as bases para a construção de um futuro melhor, democrático e humanista, um futuro em que o sorriso sobrepuje as lágrimas; a solidariedade destrua o egoísmo; a felicidade reine sobre a dor; a paz vença a guerra; a abundância relegue a escassez aos livros da pré-história da humanidade; a liberdade aniquile a opressão; a corrupção seja debelada; a ciência impere sobre o obscurantismo, e o ser humano, enfim, possa ver no outro não um inimigo, mas um amigo leal, fraterno e solidário”. Viva a União Geral dos Trabalhadores! Viva o povo Brasileiro! São Paulo, 18 de junho de 2015 3 Congresso Nacional da UGT

26/06/2015 A percepção dos consumidores em relação à situação atual da economia voltou a piorar em junho e quatro a cada cinco brasileiros avaliam o momento corrente como ruim, de acordo com dados da Sondagem do Consumidor divulgada pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Já a perspectiva com o futuro melhorou um pouco, embora o número de pessimistas ainda supere o dos que aguardam melhora para os próximos meses. Após dois meses de estabilidade, o indicador que mede o grau de satisfação com a situação da economia local desabou em junho. A queda foi de 15,5% frente ao mês anterior, resultado que puxou o recuo de 1,4% na confiança do consumidor no período. Isso porque a proporção dos que avaliam o momento econômico como ruim atingiu 79,1%, o maior nível da série, iniciada em setembro de 2005. As análises positivas são apenas 4,2%. ‘O resultado do ICC retrata um consumidor preocupado com a situação econômica geral e da família, tendo a inflação como principal vilã, seguida pelo mercado de trabalho’, avalia a economista Viviane Seda, coordenadora da Sondagem, em nota oficial. As expectativas para o cenário econômico nos próximos meses, por sua vez, melhoraram pelo quarto mês consecutivo. O indicador de otimismo com a evolução da situação econômica nos seis meses seguintes subiu 2,5%. Mesmo assim, ele ainda se mantêm em nível muito baixo historicamente, destacou a FGV. A proporção de consumidores que preveem melhora da economia cresceu de 17,1% para 18,1% entre maio e junho. Já a parcela dos que consideram que irá piorar caiu de 39,9% para 39,0%. “Este foi o 17º mês em que são registrados mais consumidores pessimistas do que otimistas com o rumo da economia nos seis meses seguintes. Antes deste período, iniciado em fevereiro do ano passado, o recorde havia sido de apenas seis meses, entre outubro de 2008 e março de 2009”, disse a FGV. Em junho, três das quatro faixas de renda acompanhadas pela instituição registraram queda na confiança, mas o resultado mais negativo veio das famílias com ganhos mensais acima de R$ 9,6 mil. Nessa faixa, o recuo foi o dobro da média, com baixa de 2,8%. “O resultado do ICC retrata um consumidor preocupado com a situação econômica geral e da família, tendo a inflação como principal vilã, seguida pelo mercado de trabalho. O resultado reflete insatisfação com a situação presente e a ausência, até o momento, de sinais de reversão da fase negativa no curto prazo”, avalia a economista Viviane Seda, coordenadora da Sondagem, em nota oficial. Segundo a FGV, o levantamento abrange amostra de mais de 2,1 mil domicílios em sete capitais, com entrevistas entre os dias 01 e 23 deste mês. Fonte: Estadão